segunda-feira, 8 de junho de 2015

A FEB E O FILME A ESTRADA 47

RECENTEMENTE ESTREOU NOS CINEMAS O FILME A ESTRADA 47 DE VICENTE FERRAZ QUE TRATA DA PARTICIPAÇÃO DOS SOLDADOS BRASILEIROS NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL. 
EM JULHO DE 1944, O BRASIL ENVIAVA SEUS PRIMEIROS SOLDADOS PARA O FRONT NA ITÁLIA.
A ATUAÇÃO DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL DURANTE MUITO TEMPO FOI CONSIDERADA COMO UMA PARTICIPAÇÃO MENOR E ATÉ MESMO INSIGNIFICANTE. DIZEM QUE O LEMA – A COBRA VAI FUMAR – TERIA VINDO JUSTAMENTE DE ALGUNS QUE DUVIDAVAM DIZENDO QUE: ANTES UMA COBRA FUMAR DO QUE O BRASIL CHEGAR A LUTAR NA GUERRA.
CLIQUE AQUI E CONFIRA O COMENTÁRIO VEICULADO NA RÁDIO FM CULTURA, 107,7, DE PORTO ALEGRE, NO PROGRAMA CAFÉ CULTURA:
http://www.4shared.com/mp3/Z0HsopcFba/0806_A_ESTRADA_47_-_DENISE_OGN.html




domingo, 7 de junho de 2015

O CONDE NEGRO



RECENTEMENTE FOI LANÇADO O LIVRO O CONDE NEGRO DE TOM REISS QUE CONTA A HISTÓRIA DE THOMAS ALEXANDRE, PAI DO GRANDE ESCRITOR FRANCES ALEXANDRE DUMAS. 
EM SEU LIVRO O CONDE NEGRO, TOM REISS NOS MOSTRA O QUANTO FOI SURPREENDENTE A HISTÓRIA DOS HOMENS DA FAMÍLIA DUMAS. 


BASEADO EM DOCUMENTOS INÉDITOS, CARTAS E DIÁRIOS, O LIVRO DE TOM REISS RECEBEU O PRÊMIO PULITZER NA CATEGORIA BIOGRAFIA.

PARA OUVIR O COMENTÁRIO VEICULADO NA RÁDIO FM CULTURA 107,7 DE PORTOALEGRE, NO PROGRAMA CAFÉ CULTURA, CLIQUE AQUI:




segunda-feira, 25 de maio de 2015

A Morte de Stálin em Quadrinhos


As histórias em quadrinhos para adultos conquistam cada vez mais o mercado editorial. Além das histórias de ficção, vem se destacando também trabalhos que tratam de temas reais, abordando fatos históricos, com uma boa pitada, é claro, de imaginação e criatividade.
Dentro desta tendência, foi lançada no Brasil a história em quadrinhos A MORTE DE STÁLIN dos autores franceses Fabien Nury e Thierry Robin.

A história mostra os últimos momentos do ditador soviético Joseph Stálin e o consequente clima de conspiração que se instalou na alta cúpula do poder, em meio a disputa por quem seria o seu sucessor no comando da então União Soviética.  
Para saber mais clique aqui: 
Comentário veiculado no dia 25/05/2015,  programa Café Cultura, as 8h, na rádio FM Cultura 107,7, de Porto Alegre.

OS 100 ANOS DO GENOCÍDIO ARMÊNIO

Em 24 de abril de 1915 cerca de  600 intelectuais, políticos e religiosos armênios que viviam na atual turquia, foram acusados de traição, presos e assassinados. Iniciava aí um massacre sem precedentes na história do século XX. 
Para ouvir o comentário veiculado na rádio FM Cultura de Porto Alegre, clique aqui:
 http://www.4shared.com/mp3/js13mXg_ce/GENOCDIO_ARMNIO_-_DENISE_OGNIB.html




terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os Soldados da Borracha




Durante a Segunda Guerra Mundial, a borracha era matéria importante na produção de armamentos. A indústria bélica americana se abastecia na Malásia, região produtora deste material. Quando as tropas japonesas invadiram a Malásia o fornecimento foi cortado e só restou aos Estados Unidos apelarem para a produção brasileira.
A Amazônia era um grande reservatório natural de borracha com cerca de 300 milhões de seringueiras. Mas, para produzir uma grande quantidade de borracha era necessário um número muito alto de trabalhadores. Foi então que o governo de Getúlio Vargas fez um acordo com os Estados Unidos. Nos chamados Acordos de Washington, os americanos comprometeram-se a fazer investimentos na produção de borracha amazônica enquanto que o governo brasileiro forneceria a mão de obra para a extração. Esta decisão de Getúlio Vargas foi anunciada à população como um imenso esforço de guerra na luta contra o nazifascismo. Foram então enviados milhares de trabalhadores para a Amazônia, em sua maioria nordestinos, retirantes que estavam fugindo da seca. Mais tarde, com a insuficiência de braços para executar a atividade, o governo realizou recrutamento obrigatório de jovens para esta tarefa.(...). Para saber mais escute o cometário completo veiculado na rádio FM Cultura,
107,7 de Porto Alegre:  http://www.4shared.com/mp3/VfUraDgt/1211_SOLDADOS_SA_BORRACHA_-_DE.html

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Cultura Documenta - A Casa A Elétrica




Fonte: A Casa Elétrica, Hardy Vedana


O programa Cultura Documenta da rádio FM Cultura 107,7, de Porto Alegre do cia 30/10/2013, conta a história da Casa A Elétrica, a primeira gravadora de Porto Alegre e a segunda da América Latina. Confira clicando aqui: http://www.4shared.com/mp3/TH8udPBu/CULT_DOCUMENTA_-_A_ELTRICA_POR.html


Savério Leonetti 
Fonte: A Casa Elétrica, Hardy Vedana



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Centenário do Nascimento de Robert Capa


A data de hoje marca o centenário do nascimento de um dos maiores fotógrafos de guerra de do século XX: Robert Capa. Ele nasceu Endre Fridmann, na Hungria, em 22 de outubro de 1913. 
Um ano após seu nascimento iniciava a I Guerra Mundial. Já em 1918 a Hungria passaria por uma revolução comunista de breve duração. Três meses depois ela cairia nas mãos do ditador Miklôs Horthy.
Em 1930 Robert Capa deixaria a Hungria, onde judeus e comunistas estavam sendo perseguidos, e migraria para Berlim onde descobriria sua verdadeira vocação: a fotografia.
Em novembro de 1932 Robert Capa faria seu primeiro trabalho importante em fotojornalismo quando a agencia Dephot enviou-o a Dinamarca para fotografar o exilado Leon Trótski.
Naqueles anos o antissemitismo crescia em toda a Europa prenunciando a tragédia da segunda guerra mundial. Em março de 1933, com a ascensão de Hitler ao poder, Capa teve que fugir da Alemanha. Voltando para a Hungria ele logo partiria novamente desta vez para Paris. Lá faria amizade com outros fotógrafos de destaque, entre eles Henri Cartier-Bresson.
Em 1934 Robert Capa conheceria a mulher que marcaria sua vida: Guerda Pohorylle e a quem chamava de raposinha ruiva. Assim como ele, ela também mudaria seu nome: passaria a ser Guerda Taro, e também se tornaria uma grande fotógrafa.
Em 1936, aos 22 anos, Robert Capa seria enviado para cobrir a Guerra Civil Espanhola. Suas fotos correriam o mundo nas páginas da revista Life e o tornariam famoso. Entre elas a foto do miliciano legalista espanhol caindo ao receber um tiro fatal.
Robert Capa fez inúmeras fotos deste momento crucial da primeira metade do século XX, registrando a luta e a resistência do povo espanhol contra o franquismo e a tragédia e violência da guerra civil.
Guerda Taro acompanhou Robert Capa na cobertura da guerra Espanha. Depois que ele voltou para Paris, ela ainda permaneceu lá até 1937, quando morreria acidentalmente, esmagada por um tanque de guerra. Robert Capa nunca se recuperaria totalmente desta perda.
Robert Capa, não só inventou um novo nome para si mesmo como, segundo seus biógrafos, criou um personagem. Capa era um homem que tinha um charme irresistível, com suas sobrancelhas grossas, seu eterno bom humor e seu pesado sotaque húngaro. Ele deixava as mulheres apaixonadas e conquistava a simpatia de todos por onde andava.
Robert Capa cobriu os principais eventos do século XX, fotografando cinco guerras: a Guerra Civil Espanhola, a resistência chinesa a invasão japonesa , em 1938; a Segunda Guerra Mundial, a Primeira Guerra Árabe-Israelense em 1948, e a Guerra da Indochina em 1954.
Como fotógrafo ele cobriu a guerra com bravura e paixão. Se arriscava demais para obter as melhores imagens e é possível perceber em suas fotos como ele estava sempre muito perto dos acontecimentos.
Um dos momentos mais marcantes de sua carreira foi quando embarcou, junto com as tropas que invadiriam a Normandia, e revelou ao mundo imagens inesquecíveis daquele momento dramático da SegundaGuerra Mundial. As fotos registrando as tropas chegando na praia de Omaha no dia D, foram de extrema ousadia e autenticidade. Fotos tremidas que marcam o drama daquele momento em que morreram milhares de homens.
Capa foi amigo e companheiro, tanto de trabalho como de farras, de Ernest Hemingway, John Steinbeck, John Huston, Irwin Shaw entre outros nomes marcantes da época. Foi também amante de Ingrid Bergman entre várias outras belas mulheres.
No início da década de 50 criou, com outros sócios, a agência de fotos Magnun que apresentaria ao mundo grandes fotógrafos.
Robert capa faria sua última cobertura na Guerra da Indochina, quando em maio de 1954 pisou em mina terrestre que o matou.

Quem quiser conhecer um pouco mais da história desta figura incrível que foi robert capa, vão aqui duas sugestões de leitura:



A biografia Sangue e Champanhe - A Vida de Robert Capa de Alex Kershaw lançada este ano pela editora Recorde e para quem quer saborear as histórias da vida “inventada” de Robert Capa e suas fotos mais marcantes, uma boa sugestão é sua autobiografia intitulada Ligeiramente Fora de Foco e publicada pela Cosacnaify.

Para escutar o comentário sobre o centenário de nascimento de Robert Capa, veiculado na rádio FM Cultura 107,7 de Porto Alegre, clique aqui:  http://www.4shared.com/mp3/RW1rrqmi/2210_BIOGR_ROBERT_CAPA_EDITADO.html