sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Corações Sujos


Em 1945, quando a Segunda Guerra acabou, havia no Brasil uma grande colônia japonesa, a maioria em São Paulo e no Paraná. Os súditos do imperador Hiroíto, afastados de sua terra natal, negaram-se acreditar nas notícias da rendição japonesa. Dentro da colônia, uma sociedade secreta chamada Shindo Renmei promovia a propaganda da vitória japonesa e perseguia os que acreditavam na capitulação, chamando-os de derrotistas e corações sujos.
Os fanáticos da Shindo Renmei perseguiram seus conterrâneos e causaram um clima de terror e mortes na colônia japonesa dos anos 40.
Esta história, ficou conhecida quando o jornalista Fernando Morais lançou em 2000 seu livro Corações Sujos, onde pesquisou a trajetória da Shindo Renmei e os acontecimentos do período.
Agora, em breve chegará aos cinemas o filme de Vicente Amorim baseado no livro de Fernando Morais e também intitulado Corações Sujos. O filme, embora seja uma história de amor, tendo como pano de fundo a questão da Shindo Renmei, trás para um público maior, tanto aqui no Brasil como no próprio Japão, esta história ainda pouco conhecida. (....)
Para ouvir o comentário completo veiculado no programa Cultura na Mesa da FM Cultura, 107,7, no dia 26/10/2011, acesse aqui: http://www.baixa.la/arquivo/3193533   

sábado, 22 de outubro de 2011

Ano do Bicentenário da Independência Uruguaia

No dia 24/05/2011 foi veiculado na rádio FM Cultura 107,7 o comentário sobre o  Bicentenário da Independência do Uruguai. Para escutá-lo clique aqui:http://www.baixa.la/arquivo/9350938

Imigração Japonesa no Brasil

O próximo comentário do Cultura na Mesa do dia 24/10 será sobre o o livro de Fernando Morais que inspirou o filme, que breve chega aos cinemas, Corações Sujos, sobre a associação Shindo Renmei na colônia japonesa nos anos 40.


Relacionado ao tema - o comentário de 14/06/2011, sobre a Imigração Japonesa no Brasil veiculado no programa Cultura na Mesa - na FM Cultura, 107,7 - Clique abaixo para escutar:
http://www.baixa.la/arquivo/8855370

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nova coleção de História do Brasil




Foi lançada recentemente a coleção intitulada História do Brasil Nação que abarca o período da história do nosso país que vai de 1808 a 2010. A coleção está sendo realizada numa parceria entre a editora Objetiva e a Fundación Mapfre. Ela faz parte de um grande projeto da instituição espanhola Fundación Mapfre intitulado América Latina na História Contemporânea e que tem como objetivo contar de forma acessível e inovadora a trajetória da América Latina partindo das independências locais.
Dez países já estão incluídos no projeto e possuem suas edições publicadas.
Mais de 400 especialistas participam deste projeto cultural e cada país tem autonomia para organizar a produção de sua coleção.
Na coleção brasileira, que contará com 6 volumes, participam 28 conceituados autores. A coleção sobre a História Do Brasil é coordenada por Lilia Moritz Schwarcz e estará completa até 2013. 
O primeiro volume que chegou às livrarias, intitulado Crise Colonial E Independência: 1808 – 1830, é coordenado pelo Historiador Alberto Da Costa e Silva e conta com capítulos que abarcam os temas: população e sociedade, vida política, o Brasil no mundo, o processo econômico e cultura. Os autores deste primeiro volume são Lilia Moritz Schwarcz, Alberto Da Costa E Silva, Lucia Bastos Pereira Das Neves, Rubens Ricupero e Jorge Caldeira. (.....)
Para acessar o comentário completo veiculado na rádio FM Cultura 107,7 no programa Cultura na Mesa do dia 11/10/2011 clique abaixo:

Trilha sonora do comentário: música "História da Corte" do CD "Mosaico" de Toquinho - pesquisa Luis Henrique Fontoura

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

81 anos da Revolução de 30 e lançamento em DVD dos documentários de Eduardo Escorel "Era Vargas"


Para escutar o comentário, veiculado na rádio FM Cultura 107,7, no dia 04/10/2011, no programa Cultura na Mesa, clique abaixo:
http://www.baixa.la/arquivo/5514614
Trilha sonora do comentário:
Música "Ge-Gê" ou "Seu Getúlio" de Lamartine Babo de 1931, interpretada pelo Almirante e o bando Tangarás (Noel Rosa, Braguinha, Alvinho e Henrique Brito)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Biografia em quadrinhos de Fidel Castro

Mês passado, no dia 13 de agosto, o líder cubano Fidel Castro completou 85 Anos. Embora afastado da vida pública há cinco anos por problemas de saúde, após ter governado Cuba por 49 anos, Fidel ainda é uma figura importante para o regime cubano.
Líder revolucionário da guerrilha que, a partir da Sierra Maestra, tomou a ilha de Cuba e depôs o ditador Fulgêncio Batista, Fidel Castro assumiu o poder em janeiro de 1959.
Desde 2006, após uma cirurgia da qual não se recuperou muito bem, ele foi afastando-se do governo e em 2008 passou o poder a seu irmão Raul Castro. Aposentado em casa, Fidel dedica-se atualmente a escrever artigos sobre problemas mundiais, divulgados na imprensa oficial cubana.
Nas últimas semanas correram vários rumores especulando sobre a morte de Fidel Castro.(...)
Para ouvir o comentário completo veiculado na rádio FM Cultura 107,7, no dia 27/09/2011, no programa Cultura na Mesa, clique aqui:
http://www.baixa.la/arquivo/1137351
Trilha sonora do comentário:
"Al' Carretero" - do CD "Congo to Cuba" - Chico Alvarez - pesquisa de Marta Schmitt

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Lampião o bandido herói brasileiro


Está sendo lançado este mês o livro Lampião Violência e Esperteza da pesquisadora da fundação Casa de Rui Barbosa, Isabel Lustosa. Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião,  foi o mais famoso cangaceiro de todos os tempos. Transformado hoje num mito nacional, Lampião liderou um bando de cangaceiros realizando ataques por toda a região nordeste incluindo sete estados e deixando um rastro de violência e medo. Hoje ele é um mito nacional, cantado em versos, inspirando a literatura, o cinema e todas as demais artes. Lampião e seu bando foram fotografados e filmados por Benjamin Abrahão, que retratou a rotina dos cangaceiros durante seis meses em 1936.
Em seu livro Lampião Violência e Esperteza, Isabel Lustosa, em uma narrativa bastante didática, apresenta a biografia deste que é considerado um símbolo de coragem, cabra macho e vingador do sertão pobre.
Na verdade Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, com seu bando, ao longo de mais de vinte anos matou de forma fria e muitas vezes com requintes de crueldade pais de família e jovens rapazes, e até mesmo famílias inteiras. Violentou mulheres, castrou homens, torturou e maltratou velhos, arrasou vilas e propriedades rurais. Lampião e seu bando enterravam gente viva, cortavam cabeças, marcavam com ferro em brasa o rosto de moças que considerassem vestidas de forma inadequada.
A ousadia de lampião não tinha limites e ele chegou a propor em carta ao governador de pernambuco, em 1926, que o Estado fosse dividido em dois, metade ficando sob seu comando, passando ele a ser o “governador do sertão”.
Embora Lampião tenha sido transformado, a partir dos anos 60, em símbolo de justiça social, o bom bandido que lutava contra a opressão, na verdade ele só se manteve em ação por tanto tempo, não só devido a sua astúcia, mas principalmente por que servia a classe dominante (.....)
Para ouvir o comentário completo clique aqui: 
http://www.baixa.la/arquivo/9749054
Comentário veiculado na FM Cultura 107,7 no dia 13/09/2011 no programa Cultura na Mesa
Trilha sonora do comentário - Trio Cangaço - "Lamento Nordestino"
Imagens retiradas do Google Imagens.